Sonhos, quem o pode explicar?
Trömen, wer kann die erklären?
Numa tarde, de meu aniversário, estava no shopping Center Taça, lugar onde muitas vezes encontramos pessoas sem mesmo ter se marcado.
Estava com a minha mãe, e era um bom dia, num bom lugar, estávamos conversando coisas simples. Algo fez soar um alerta em mim, o que me fez lembrar de um amigo meu que eu não estava mais vendo a muito tempo. Algo me disse que estava tudo bem, mas eu não consegui fazer com que este pensamento fosse uma espécie de tranquilizador. Como estávamos numa espécie de praça de alimentação, o barulho logo me fez esquecer este pensamento.
Algo fez meus olhos olhar pros lados, o que me fez bater os olhos nele. Eu já havia entendido que o nós já era passado, e também esquecera de tentar esquecê-lo, afinal, sentimentos simplesmente brotam, e o fato de sentir algo tão bom, que me fazia sempre sorrir, não seria algo que eu devesse jogar fora. Pessoas simplesmente nascem pra ser amada ou pra simplesmente nada significar, não existe um meio termo. Pessoas conquistam segurança, pessoas conquistam afeto, pessoas conquistam amizades e conhecimentos. Mas sentimento nascem de uma predisposição Pessoal. Nada podes fazer quando o outro não se predispõe a ter o mesmo querer, o mesmo cuidado em que tens ou o que possui.
Depois de tanto tempo com aquela conversa de esquecê-lo, descobri que quando algo natural surge, pode ir apenas embora naturalmente. Não adianta querer forçar a barra, simplesmente acontece.
Ao vê que ele ali se encontrava, quase perdi o chão. De todos os seres que vivam na terra, era nele que conseguia minha paz em minha mente. Eu sei que ele nem uma imagina isso, mas eu gostava disso, além das zilhões de coisa que me faziam quer próximo dele estar.
-wer ist er?- um outro amigo perguntou.
-ich war einmal seinen freundin. Ich habe viele den geliebten. Aber ich habe nicht mit dem etwas gesagt. Ich habe keine Ahnung was er mscht hier.
-kannst du fragen?
-warun?
-weil du weißen kanst, oder?
-Vielleicht.
-oi?
-desculpe. Este é Klaus. Klaus, er ist Lucas. Ele é um amigo alemão. Mas se quiseres falar com ele, ele também estende em inglês.
-hi! My name is Lucas. Nice to meet you.
- nice to meet you too.
Continuei a conversar, eu não sabia ao certo como ele iria se portar. Ele veio até mim, procurando sempre conversar algo não tão banal, Algo simples Até.
Ele contara que havia encontrado minha vó e minha irmã, dizendo que iria dá carona a elas hoje.
Depois disso dizemos Tchau e sai. Acabei encontrando com ele na livraria. Topamos no lugar onde tinha os livros de Nicolas Cage. Confesso minha surpresa por ele gostar dele. Na verdade, Confesso ainda mais, que descobria que sabia pouco a respeito dele, era isso em que eu sempre falava pra mim quando estava me conscientizando, ou tentando entender porque nós dois não dava certo junto.
Depois dessa topada, eu fui pra um lado e ele pra outro. Não seria difícil notar que aquilo já estava estranho, e parecia ainda mais pela clareza em que se encontrava. Aquilo ali não poderia ser um sonho, pois era real de mais.
Neste momento eu já me encontrava só, já não tinha nada mais pra fazer ali.
Na saída, peguei o ônibus, e para minha não surpresa, ele se encontrava já ali.
Ele ignoravá-me. Vez ou outra encontrávamos nos olhando, o que me deixava fascinada e com uma eterna virtuosidade curiosa. Tudo naquele cara me agradava, tudo me atraía, tudo, menos a indiferença que por vezes ele delineava a demonstrar.
Clareza, em muitas vezes se torna tão escura e não se dá pra se ver um nariz a frente do seu. Acaba trazendo pra si algo que gera incerteza, desconforto, Algo que cria certos quebras de relacionamento. Há certas coisas que seriam bem melhor resolvida Quando são expostas.
Estava com a minha mãe, e era um bom dia, num bom lugar, estávamos conversando coisas simples. Algo fez soar um alerta em mim, o que me fez lembrar de um amigo meu que eu não estava mais vendo a muito tempo. Algo me disse que estava tudo bem, mas eu não consegui fazer com que este pensamento fosse uma espécie de tranquilizador. Como estávamos numa espécie de praça de alimentação, o barulho logo me fez esquecer este pensamento.
Algo fez meus olhos olhar pros lados, o que me fez bater os olhos nele. Eu já havia entendido que o nós já era passado, e também esquecera de tentar esquecê-lo, afinal, sentimentos simplesmente brotam, e o fato de sentir algo tão bom, que me fazia sempre sorrir, não seria algo que eu devesse jogar fora. Pessoas simplesmente nascem pra ser amada ou pra simplesmente nada significar, não existe um meio termo. Pessoas conquistam segurança, pessoas conquistam afeto, pessoas conquistam amizades e conhecimentos. Mas sentimento nascem de uma predisposição Pessoal. Nada podes fazer quando o outro não se predispõe a ter o mesmo querer, o mesmo cuidado em que tens ou o que possui.
Depois de tanto tempo com aquela conversa de esquecê-lo, descobri que quando algo natural surge, pode ir apenas embora naturalmente. Não adianta querer forçar a barra, simplesmente acontece.
Ao vê que ele ali se encontrava, quase perdi o chão. De todos os seres que vivam na terra, era nele que conseguia minha paz em minha mente. Eu sei que ele nem uma imagina isso, mas eu gostava disso, além das zilhões de coisa que me faziam quer próximo dele estar.
-wer ist er?- um outro amigo perguntou.
-ich war einmal seinen freundin. Ich habe viele den geliebten. Aber ich habe nicht mit dem etwas gesagt. Ich habe keine Ahnung was er mscht hier.
-kannst du fragen?
-warun?
-weil du weißen kanst, oder?
-Vielleicht.
-oi?
-desculpe. Este é Klaus. Klaus, er ist Lucas. Ele é um amigo alemão. Mas se quiseres falar com ele, ele também estende em inglês.
-hi! My name is Lucas. Nice to meet you.
- nice to meet you too.
Continuei a conversar, eu não sabia ao certo como ele iria se portar. Ele veio até mim, procurando sempre conversar algo não tão banal, Algo simples Até.
Ele contara que havia encontrado minha vó e minha irmã, dizendo que iria dá carona a elas hoje.
Depois disso dizemos Tchau e sai. Acabei encontrando com ele na livraria. Topamos no lugar onde tinha os livros de Nicolas Cage. Confesso minha surpresa por ele gostar dele. Na verdade, Confesso ainda mais, que descobria que sabia pouco a respeito dele, era isso em que eu sempre falava pra mim quando estava me conscientizando, ou tentando entender porque nós dois não dava certo junto.
Depois dessa topada, eu fui pra um lado e ele pra outro. Não seria difícil notar que aquilo já estava estranho, e parecia ainda mais pela clareza em que se encontrava. Aquilo ali não poderia ser um sonho, pois era real de mais.
Neste momento eu já me encontrava só, já não tinha nada mais pra fazer ali.
Na saída, peguei o ônibus, e para minha não surpresa, ele se encontrava já ali.
Ele ignoravá-me. Vez ou outra encontrávamos nos olhando, o que me deixava fascinada e com uma eterna virtuosidade curiosa. Tudo naquele cara me agradava, tudo me atraía, tudo, menos a indiferença que por vezes ele delineava a demonstrar.
Clareza, em muitas vezes se torna tão escura e não se dá pra se ver um nariz a frente do seu. Acaba trazendo pra si algo que gera incerteza, desconforto, Algo que cria certos quebras de relacionamento. Há certas coisas que seriam bem melhor resolvida Quando são expostas.
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