terça-feira, 1 de julho de 2014

uma vez, duas vezes, três vezes - poema semi-sensual.

uma vez, duas vezes, três vezes. 
uma vez, doze vezes, três vezes, 
uma vezduas vezesonze vezes. 

Quantas vezes, como sempre, apenas veres. 
Como sabesquando sabes, se é que se sabe, 
Quando faz, se é que se faz, apenas faz. 
Uma vez, outra vez, e apendas dessa vez. 

Como se encontra, como que se faz, como se sente 
são odores, são grunhidos, são toques incandescente 
mão e mão presentes, pensamentos ausentes, toques indecentes, 
uma vez, doze vezes, três vezes. 

São olhares perturbadores, 
saliência com perspectiva nada amadores, 
uma vez, treze vezes,  apenas outra vez. 

Um toque, um gemido, apenas um sentido, 
uma vez tocado, treze vezes respirado, apenas três vezes beijado. 

Como os corpos são? 
É igual. 
Pois ao toque, só o que importa é o toque. 
uma vez, duas vezes, três vezes.

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