Quem dirá que aquela jovem menina se transformou nesta moça que se encontra aqui na minha frente?
Seus olhos ainda transmitem uma delicada esperança e alegria que se ver nos olhos de um ser infantil que não está preso as malevolências dos tempos hodiernos.
Sua face transmite todas as sensações... Ela se faz entender sem usar palavras...
Como posso olhá-la agora sem me lembrar daquela jovem criança que eu vi um dia nascer? Tão gordinha, tão feinha, tão bela... Bela por nascer com a disposição de causar inveja a até o mais atletoso dos atletas. Tão feinha por ter nascido de um parto natural e parecer como toda criança neste estado... Com um delicado rosto de joelho...
Quem é ela hoje? Um ser que não tem medo de enfrentar, aos montes, uma sala de adolescente, mas que não é capaz de enfrentar um só na frente de algum outro conhecido.
Viaja pelas palavras...
Viaja pelas manobras que o destino prega para testar até onde podemos e queremos ir.
Quem é ela? Que ser poético? Que ser popular? Que ser único? Ou simplesmente jogado à margem da vida.
De todos os seres que conheço, ela é a única que me faz saber que, na vida, não há duas pessoas iguais. Que podemos ver o melhor e o pior das situações de uma vez só e escolher qual delas queremos seguir...
Nenhum comentário:
Postar um comentário