E os olhos palpitaram de uma maneira tão estranha... Não era algo que eu tinha antes conhecido, era apenas um palpitação diferente... E a música fazia que uma série de coisas surgirem em minha mente... Seria tão complicado escrever um mero conto? Não.
A música foi entrando divagar pelos meus ouvidos, foi penetrando em cada célula do meu corpo, foi acalmando meus pensamentos agitados, foi transformando as dúvidas em algo certo, o rascunho como um texto pronto, a respiração imprecisa para algo constante e normal...
Normal? Não, apenas o certo.
E o vendo passou sobre mim, contando o canto do canto mais brando e cálido que uma alma poderia abrandar. Eu acredito que posso agora. Eu acredito que posso ter asas e posso ter pés. Acredito que posso novamente encontrar o novo, encontrar o antigo, apenas acredito, acredito e acredito.
O que seria um canto sem a calmaria do mar? O que seria o sonho, sem o dormir e o acordar?
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