Caminhava no lago quando vi aquele velho pássaro, tentou se banhar naquele antigo lago, bem no caminho que sempre estaria um belo sapo.
Naqueles dias em que o inverno estiava, os bichos aproveitam, passeando com seus filhotes. Os jovens lograva um pouco, as fêmeas desflorando um pouco e demostrando seu rosto...
As rosas dependuravam pelo sol, estavam se abrindo para aquele novo horizonte de alegria e paz.
Uma leve música calma ecoava pelas pelas trilhas dos bosques. Parecia uma terna eterna harmonia.
O velho pássaro olhava para mim, como se esperasse algum movimento ilícito da minha parte.
Os filhotes, de alguma espécie felina, atravessaram a trilha e adentravam no bosque, como crianças que estavam fazendo travessuras.
Doze pássaros, de cores diversos, cortavam o ar em círculos não planejados e seguiam o seu rumo.
Sem esperar mais uma nova atração, segui o meu caminho. Não esperei encontrar nem um sequer animal. Estava cansada. Aludida.
O sol quase dormia quando cheguei em casa. Em mais uma tarde de Novembro...
Se sono fosse sementes, eu já teria refeito a floresta atlântica no Brasil e não teria nem um metro quadrado disponível, pois teria nem um espaço livre, usaria até baobás.
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