domingo, 24 de fevereiro de 2013

Fluxo da consciência: Escolhas

Uma verdade.
Um sorriso.
O sorriso.
A verdade...

Apenas vaidade?
Insensatez... Realidade? Surreal.
Encontros,
desencontros,
irrealidade...

Difícil?
Não.
Fácil?
Não.
Então?
Não sei.

Sonhos esquisitos, verdades ocultas,
sentimentos vazios, sentidos insentível...
insensível,
não visto,
irreal.

O que faço?
Dúvidas? Nenhuma.
Certezas? Nenhuma.
O que faço... Desfaço?

Agora,
amanhã.
Ontem.
Agora.
Neste segundo.
Que segundo? O que eu pensei ou o que eu decidi?

Amigos novos,
amigos antigos,
amigos verdadeiros
amigos de memória,
amigos que um dia viveram
amigos que um dia viverão.

O verão que se impõem ao inverno,
o inverno que se  impõem na primavera...
Nada,
absolutamente nada.

Palavras vazias?
Palavras recheadas de nada?
Palavras que carregam mais significado do que a extensão de hidrogênio que possui o mar.

Mente perturbada,
mente calma.
Questão de momento,
Questão de segurança,
questão de confiança.

Novas,
antigas,
apenas ideias.
apenas seguimentos que todos seguem,
apenas caminhos que eu escolho.
Escolho certo?
O que é o certo?
Meu certo é o certo?
Ou o certo que você pensa ao ler isso é certo?
De onde vem o conceito do certo?

Céus!
Complicação?
Isso é complicado?
Ou sou eu que complico tudo?
o que é o tudo?
Seria o meu tudo um nada de alguém?
Tudo bem, acho que estou exagerando agora.
Melhor pensar isso depois.
É apenas...
É escolhas. Só isso.

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