terça-feira, 24 de janeiro de 2017

O Policial do trem - Como escrever sem escrever com o til ~

Olha para mim e tente achar o que eu teria dificuldade em encontrar.
Eu te quero, te olho no corredor do trem, Estás fardado.
Que alguém me acude, mais homem de farda é demasiado sexy.
Eu nem saberia o que dizer, mas o policial ali era quente.
Eu ainda iria me casar com alguém vestisse farda.
Hoje foi o dia de encarar.
Te digo que ele estava de uma excelente forma. 
Se os olhos pudessem ser um laser, eu teria o despido ali mesmo.
Ele era o policial, ele que tinha a arma pendurada em sua coxa musculosa, ele que estava com colete a prova de bala, mas com toda a certeza ele nem iria conseguir escapar de mim.
  
Os dedos dele pausava em cima da arma, como se estivesse preocupado com alguma coisa. Com que seria? Afinal as coisas por aqui estavam em paz. Será que... minha maliciosa mente, quem diria? Eu? Uma menina que seria enquadrada como angelical, comportada escrupulosa... Tendo tais pensamento? 

hahaha, mas o que eu pensei, que se fosse um filme, seria  aconselhado pra maiores de 18 anos. E agora, Deus? Sou uma garota corrompida! Quem era eu? 

E ele com os dedos sobre a 'arma' dele, esquentando ali, como se tivesse o cuidado maior que poderia ter... Ele queria algo mais do que somente um toque. Estava ali, e com os dedos abrindo a 'capa' da arma. E eu pude ver o brilho daquele 'cano' dele. Era brilhante e diferente de outras armas que eu tinha visto. E ele olhava pra mim com os olhos calientes. Queria ele me levar junto com ele? E o que ele iria dizer? Estaria cometendo um erro grave ao olhar ele com o olhar de cobiça? 
Os olhos deles me informava que iriamos sair dali e terminaríamos juntos, mas onde eu nem havia pensado.

Descemos na mesma parede. Ele estava indo na mesmo sentido. E ali, nem sei dizer o que se passou, mas me deparei com ele me olhando e me puxando pra um corredor, onde só poderia entrar pessoas com consentimento. E fechando as portas, encosta-se na parede, me pondo em frente a ele, e ele com as costas grudadas nas paredes. Ele pergunta o meu nome. Eu o digo. Ele pergunta se estou solteira. E eu digo que sim. Ele pergunta se poderia me beijar, deixando claro que só seria um selo. E com um sorriso eu digo que sim. Ele abraça
 minha cintura e  o meu pescoço, e com delicadeza beija. Mas isto foi apenas o começo.

Ele olha pra mim, dando-me uma pausa. Nenhuma palavra foi dada, mais era um pedido de concordância, se eu permitia ir adiante. 
E ai foi que desencadeou tudo.



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