Ele era enorme, verde. Havia algo estranho nele, algo que eu não conseguia identificar. Era apenas um sapo! Por qual motivo eu tinha que ficar olhando aquele pequeno ser? Continuei minha caminhada. Na volta vi que ele ainda continuava lá.
Várias vezes eu andei, mas ele sempre estava lá. Estaria perdido? Acampando? Estaria procurando alguém?
Continuei a andar.
Numa noite dessas ele há de sair de lá, enquanto isso eu só estou a observar.
Mas só era um sapo!
Que coisa.
oi, Samanta.
ResponderExcluirquanto ao sapo, tenho algo a te dizer: era um sapo de jardim. geralmente são feitos de barro ou louça. acho que é foi por essa razão que ele não se mexia e sempre estava no mesmo lugar cada vez que você passava.
tente arremessar uma pedra. se ele quebrar, a minha tese é verdadeira.
abração
Pr. Edivaldo
Acho que da próxima vez que eu pensar em escrever de um sapo, pensarei nessa sua tese, pastor! E direi algo como "Dedicado ao nobre colega Edivaldo"
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