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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

O maquinista

       Todos os dias ele controla o trem. Em todas as direções ele o vai. Tentei encontrar um caminho para chegar aqueles olhos castanhos esmeraldas, e , assim, chegaria a  me encantar com aquele belo e maravilhoso sorriso.

        Eu tentei dizê-lo o quanto eu o admirava, mas isto seria algo que dificilmente seria fácil, um vez que eu nem tinha ideia do caminho em que ele passava.

       O Maquinista conhecia novos caminhos e encontava em sua estrada todas as especies de tempo, viajava no frio, no tempo de sol , em dias quentes e dias de neve. Ele sempre fazia um trabalho que seguia sempre o mesmo horário de todos os dias. Com quantas pessoas ele falava por dia? Se lembrar-mos que todos os dias milhares de pessoas pegam o trem, poderiamos dizer que eles tem o contato indireto com bilhares de pessoas em todas as pessoas. Seria estranho e curioso este fato se fossemos nós a estar ali. Nem tenho ideia de quantas pessoas escutam a minha voz durante o dia, mas confesso que me sentiria estranha se passasse o dia e passasse sem ouvir 'bom dia senhores passageiros. Estamos fazendo uma curta viagem a Tübingen/Tubinga, em poucos minutos chegaremos lá. Lhe desejamos uma excelente viagem e um dia espetacular. Descida pelo lado esquerdo.' . Claro que isto parece ser algo estranho, porém é mais ou menos isto que se escuta em uma viagem de 17 Minutos entre duas cidades. 

       Entre ida e vindas, ele nos guia sempre no horário de sempre. 

terça-feira, 19 de agosto de 2014

pensamentos de uma professora de portugues: Estagios



       Uma coisa que sempre achei divertido qnd estagiava: boa parte dos alunos queriam saber a minha idade. Sabe o motivo de eu não contar? Simples:alguns eram mais velhos do que eu, e eu não queria que algum soltasse alguma gracinha ou tivesse a ousadia de pedir pra ficar comigo.
         Mas hoje fico rindo do que me aconteceu no primeiro dia, apesar de ter sido tenso e que quase me fez desistir do curso de letras no 3o período u.u

domingo, 6 de outubro de 2013

13 de Maio

E hora de agora eu me lembro do 13 de Maio... Hora tão simples que me fez viajar por uns meses atrás... Hora que fez lembrar de ti, alguém de barba rala, de cabelos negros e de um apelido singular ao meu. Sei que hoje não nos falamos mais, mas lembrar disso me fez lembrar de algo que eu havia esquecido de mim... Olhos negros? Talvez acastanhados, ou meramente avermelhados. Nunca fui boa de lembrar a cor dos olhos de alguém, lembrar do tom dos olhos de quem eu já fiquei enamorada parece difícil. Porém isto é apenas um detalhe, detalhe que me faz sorrir. O que posso dizer, que eu amo você? Não, mas a lembrança é amável, apenas a lembrança. 

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Minha Morena

Escrevi isso escutando Mi Morena

E ela dançava ali na minha frente, o sorriso estava plantado no rosto dela... Que morena mais linda... Seus olhos era de um castanho profundo... Tão profundo como um queda d'água na Amazônia... Ela dançava no ritmo da música, as vezes agitada, as vezes lentas... Dançava com a mão, com o olhos, com o sorriso... Ela era realmente encantadora... Reparei que muitos olhavam para ela, mas ela parecia que não estava ligando para isso... Ela estava apenas rindo... Ela estaria rindo de mim? Talvez isso não fosse possível, uma vez que ela estava presa na dança... Ela estava alheia a qualquer coisa... Ela apenas dançava... Eu só queria que ela parasse um pouco e se prendesse em meu olhar... Que bela morena... Ela era a minha morena... Ela era o sol que aparecia no meio da tempestade... Ela... E eu sorri... Não conseguia me concentrar... O meu único desejo era vê-la...  
Fechei os meus olhos por alguns instantes e soube que ela estava olhando para mim... Abri meus olhos bem devagarinho e encontrei com os delas... Ela sorriu... E eu sorri de volta... Era a minha morena... Eu... Ela era um anjo de cabelos escuros e de um olhar de um profundo castanhos... Era bela... Era, dentre todas as mulheres viventes na terra, a mais bela e a mais cativante... Ela é a minha morena... Eu não precisava fazer que ela ficasse presa em um lugar só para ter certeza que ela não iria me trair... Ela já estava amarrada em mim, de uma maneira tão certa, que, mesmo eu atravessando o atlântico, ela ainda seria a minha linda... Minha morena... O pensamento dela era meu, o coração dela era meu... Ela era a minha morena... Apenas minha... E eu era apenas dela... Não precisava de alianças físicas.... Estamos alinhados um com o outro... E eu sabia que ela ainda seria minha, mesmo que eu atravessasse o atlântico...  De  veras... Ela dançava com os olhos agora, com o sorriso... Ela me convidava com o sorriso... Se isso era amor? Eu não sei dizer... Mas me sentia bem quando via aquele sorriso feliz em seus lábios... Me sentia feliz com ela ali, apenas se divertindo... Outros homens a olhavam, mas ela simplesmente não via... Se os via, não era do mesmo jeito que ela me via... 

Pimenta

Não sei se aconteceu contigo algo parecido, mas achei divertido e ao mesmo tempo meio tenso (o que aconteceu comigo ontem). Hoje faz 2 meses que eu cheguei aqui, no caso, ainda estou me acostumando com os temperos daqui fui fazer um molho de macarrão, esses normais, que leva molho d tomate, alho e cebola refolgada e tal, e, como gosto de um pouco apimentado,, coloquei metade da pimenta de um saquinho q vem dentro dos pacotes de macarrãozinho 
eu sabia que ela era forte, por isso n coloquei toda. Pedi q a minha mãe provasse, ela disse: 'está sem sal, mas apimentada'. De veras eu achei estranho, porem coloquei o sal. Quando fui comer... Cara,, sabe aqueles desenhos animados antigos, do tipo de pica-pau? Que quando eles comiam ficavam vermelho e suando? 
e sentindo um calor? Pronto, descobri que isso não é fantasia, pois fiquei do mesmo jeito. de veras, estava gostoso, porem estava ardida pra caramba. Acho q eu deveria ter usado apenas 1/4 dela. Jah aconteceu algo do gênero contigo? 

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Encontros e desencontros: Episódio 3

Não sei ao certo o que estava acontecendo ou o que iria fazer, só sei que topei com ele na Boa Vista, de cara, um para o outro. Seria a porcaria do destino? Dessa vez eu não tive como fingir esse encontro. 'Que droga', pensei. Não sei ao certo como chegamos a nos falar, tão menos como foi que chegamos ao que diálogo amistoso para uma aparente briga. 

- Você está estourada.

- Chega! - Falei. Por que ele ainda continuava ali? - Eu não preciso mais! Você ... - E eu senti as lágrimas começarem a brotar dos meus olhos. - Você não acha que eu já ouvi o suficiente? Eu sou uma droga na interação. Normalmente sou àquela que escuta mais do que fala. O único lugar em que eu me sinto bem em falar é a sala de aula, mesmo assim eu tive que ler 200 coisas para me sentir segura. Eu... Você não tem noção do que quando eu me esforcei para... Você não tem.

- Você é uma tola, isso sim.

- Eu sou uma tola. Sou sem imaginação, sou alguém que... Por que ainda estás aqui?

- Você é muito dramática.


- 'Sou dramática'? Sou. Sou humana. Um alguém cheio de falhas, cheia de ilusões e cheia de vontades. Sei que... Mas que droga!

- Você, tenta se acalmar e me diga claramente o que estás pensando.


- Você não entende, não é? Eu me esforcei para fazer tudo o que eu fiz. Tentei burlar a minha timidez, tentei quebrar pensamentos que eu tinha para tentar solidificar o que eu sentia e você chegar até mim e dizer que eu te repelia... Pensei , pela teoria das cordas!

- Teoria das Cordas?

- Pensei... Uma lance que você poderia ter lido no google. Mas não era isso que eu queria falar. Vou acabar me complicando se eu começar a explicar isso. Não é uma coisa tao difícil de entender, ao menos em sua essência. Eita, enfim. Céus. Pensei, pela coisas você dizia e fazia, que nutrias sentimento por mim, mas as vezes parecia que fazias questão de deixar as coisas dúbias... As vezes eu acreditava que me amavas, que você também querias...

- Eu nunca...

- Por favor... Faz um favor pra mim - colocando uma mão na parede, tentando se equilibrar, e a outra nos olhos - Saia. O mundo é grande de mais para que a gente fique se encontrando em todos os lugares. Se você... - Parou, respirou um pouco e continuou. Ela estava claramente zonza - se você .me ver pela rua, faca o mesmo que eu fiz da última vez contigo, finja que não me viu e saia da minha...Saia do campo de minha visão. Por favor... - E o mundo começou a girar. Ela teria visto no chão se ele não tivesse sido rápido e a pego nos braços.

- S, você está bem?

- Eu estava... Mas jamais o meu mundo será o mesmo depois que eu te conheci.

- Como assim?

- Só seria melhor se eu perdesse a memória... Mas essa dádiva Deus não me dá.

domingo, 4 de agosto de 2013

Hoje vai ter

- Vamos? É hoje!
- É hoje? Hoje vai gerar!
- Vamos mesmo?
- Claro.
- Que droga!
- Hã?
- Eu esqueci do encontro com a Clara.
- Esquece ela.
- A questão não é esquecer ela.
- E qual é então?
- Ela tá com o meu...
- Ela tá com o seu...?
- Eu emprestei a ela ontem.
- Voce emprestou? Como pode emprestar uma coisa assim? Para mim você deu a ela.
- Ela gostou. Mas... Sabe? Prefiro usar o termo 'emprestado', assim, ela vai ter que me devolver.
- Haaa! Saquei. Muito esperto você, não?
- Claro!
- Agora... Você vai 'pegar' de volta quado?
- Hoje.
- Hoje vai ter!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Às vezes: Pedido de desculpas

Ah!

Essa aqui foi fofa:

Minha irmã Sina e eu estávamos no quarto dela, sem querer ela pisa no meu pé (ou foi algo do gênero), ela se vira para mim e diz 'Sorry', CARA, ela só tem 6 anos e me pediu desculpa em inglês porque sabia que eu iria entender. 

Ela só fala alemão e algumas coisas em turco (o pai é muçulmano, enfim), e uma ou outra coisa em português também, mas eu juro que fiquei ENCANTADA com o que ela fez.

Cara, foi fofo de mais.

Às vezes: Forno Alemão

Às vezes eu não sou burra não, sou demente.
Eu liguei o forno da casa de minha mãe (ele tem dois botões, um que coloca o grau e outro para fazer alguma coisa que eu ainda não entendi, mas para ligar você tem que mover os dois, enfim), Eu liguei e fiquei olhando para o forno e nada do queijo derreter. Estranhei, porem eu havia ligado, certo? Sim, eu liguei, porem não mudei o grau dele, ou seja, o forno tava ligado a 0 graus. 
Se não fosse a minha mãe ter olhado isso... 

Caramba.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Dúvidas de uma professora de Português: salsicha e cuscuz

Lá vai eu escrever salsicha... E como se escreve?

Achei que eu estava escrevendo errado, afinal, é estranha uma palavra ser escrita com dois ésses (como é que se escreve o plural da letra s???), enfim, coloquei a letra C no lugar do segundo ésse e achei estranho ainda mais. Ai para fazer o estrago total coloquei um ésse no lugar no c... Achei ainda pior. Depois achei que eu havia de fato matado essa palavra. Como eu achei que estava fazendo uma bobagem grande fui olhar no google e vi que a primeira vez que tinha escrito estava certo...

Mas sei lá...

Ainda continuo achando que ela está errada.

E como se escreve cuscus? é Cuscuz, Cuzcuz (de vera, acho essa a mais errada)?

Ou a forma que eu escrevi está certa?

Isso pode parecer algo comum, mas isso realmente me tira do sério.

Eu não era tão paranoica assim, mas acho que fiquei pior quando fiz letras.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Como ser uma cronista do Jornal do Commercio.

Como ser uma cronista do Jornal do Commercio.

Olá!
Primeiro eu tive a ideia de procurar um meio de chamar a atenção do jornal, um meio simples para informar que desejo escrever crônicas e contos para ele. Poderia ser algo engraçado, ou poderia ser algo que provocasse algumas lágrimas de susto. Sentei em frente ao pc e pensei: O que o Jornal do Commercio aceitaria? Coloquei o meu currículo no site e não deu muito resultado. Então decidi entrar em contato direto. 
A minha sugestão, como assim está escrito no início da seção de contato, é de me oferecer uma oportunidade para o cargo, ou seja, me tornar uma cronista ou uma contista de um dos Jornais mais antigos e bem falado de Pernambuco. 
Se há alguma crítica? Há, todas. Mas minhas críticas estão embutidas em crônicas, algo como L.F. Veríssimo faz em suas incríveis elaborações de suas crônicas.
Estou para viajar para a Alemanha, mas antes eu quero ver se consigo um cargo a distância, uma vez que a internet facilita essa atividade.
Estou jogando as sementes para ver o que vou colher, afinal, não há ofensa em  fazer isso, há?
Aguardo sua resposta,
Samanta Abramowicz,  presente cronista


quinta-feira, 25 de abril de 2013

relembrando

Incrível como as coisas se repetem... Uma hora somos nos a esta brincando de esconde-esconde na rua de casa. Parece que foi ontem... Agora é o meu primo Dori que está ali, SE DIVERTINDO! No meu tempo as coisas eram diferente. Era barra bandeira, queimado, Super Nitendo... Era divertido ser criança. Parada agora, em frente de casa, relembro as coisas que eu fazia. Percebo que os adultos acabam inventando doze mil maneiras pra mitificar a felicidade.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Ao 13 de Maio

Quantas vezes você passa pelo 13 de Maio? algumas delas você já olhou? Já entrou? Já parou para observar o parque?
Há tanta coisa para se ver. Os brinquedos são coloridos e dispostos livremente por algumas partes do parque. As árvores são encontradas em todas as direções. Algumas, provavelmente, foram planejadas, outras, eu acho, já estavam ali quando decidiram  fazê-lo. Há fontes e alguns lagos, ou algo do tipo. Cada espaço possuem tartarugas, ou é jabuti?, não sei, só sei que estão lá.
Se as árvores do 13 de Maio pudessem falar, jamais calariam. Teriam tantas histórias para revelar. Muitas delas lembrariam de como a minha infância foi divertida, brincando, correndo e até se pendurando nelas.
Há uma árvore tão antiga, mais tão antiga, que posso dizer que conheceram pessoas, que hoje, são mais velhas que a minha avó.
Já chorei intensamente perto dos animais, já fugi de uns 12 patos que queriam o meu lanche. Já fiquei com alguém. Esse parque tem muito o que contar. Hoje tem tantas jovens crianças, que talvez nem lembre de mim, uma moça sentada no balanço do meio vermelho, com os pés nus em contanto com a areia.








terça-feira, 9 de abril de 2013

Sem noção - professora

Estava no trabalho, numa escola nova. Estava a serviço de uma pesquisa que a secretaria de educação sempre faz. O que ocorre neste episódio, a que me chama a atenção, é o fato de que algumas pessoas não terem a mínima noção das bobagens que permitem sair da boca... 
Aqui encontrei uma coisa bastante curiosa. Uma servidora, uma professora para ser mais específica, estava conversando com outros dois quando eu entrei na sala.
Ela dizendo "sabe quantas pessoas passaram por mim e não me disseram bom dia? Umas 12. Cheguei lá na sala e fiquei em pé. Sabe quantas pessoas me ofereceram um lugar para sentar? Nenhuma. Ai eu falei alto, pra que todos escutassem, se alguém iria e atender. Todos olharam para mim. Isso tudo é na Secretaria de...". Em princípio nada falei, afinal, não era pra mim que ela estava interessada a passar algum tipo de conversa. Dado momento, ela saiu da sala, assim ficou eu e uma outra professora. Conversa vai, conversa vem, descobrimos que fizemos o mesmo curso, que ela já tinha morado na mesma rua em que eu moro. Passo a informação que eu trabalhava para a secretaria de educação. A outra professora entra.
A situação é comum, se não fosse pelo o fato de sua chegada trazer comentários impertinentes quanto ao atendimento sobre o lugar em que eu trabalhava. Mesmo  depois que ela ficou sabendo que eu trabalhava lá,  continuou a falar ainda mais. Ela tinha o que em mente? Achava ela que eu ia fazer o que? Levar os pontos de vista dela a minha supervisora? Sério? Ou que eu ia entrar num duelo de argumentos com ela? Tanto para defender ou para apoiá-la? Claro que eu não iria fazer isso. Isso era apenas a opinião dela, apenas dela. Não me interessava em conversar com ela, principalmente com a propensa visão de não aceitar nada que eu fosse dizer. O que eu achei mais absurdo da ações linguística dela, foi o fato de ela falar sobre uma professora em particular, e, mesmo com um comentário que foi dado na sala (caso se essa fosse a minha mãe), ela disse 'mesmo se fosse, preferia que os alunos dela desse um cabo nela' (ela disse isso ou algo do gênero.). Como assim? Ela xingaria alguém assim? Ela não tem noção mesmo.  Acho que ela deveria ter algum mal entendido com, do contrário, não teria exilado tamanho rancor ao falar sobre a.
Considerei que ela tivera um dia nada agradável. Espero, sinceramente, que ela encontre algo bom. Se alguém não te dá bom dia, dê um boa dia a ela. As pessoas tem momentos que ficam tão submerso em seus problemas, que, às vezes, não são capazes de ver o que está a sua frente...

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Contos de tio K - O Terminal de integração


Mais um dia na mesmice de sempre, a de sair de casa e pegar o terminal da integração e ir trabalhar e estudar. Poucas coisas mudam, mas sempre é o mesmo roteiro, o mesmo ônibus, na mesma hora e, se duvidar, com as mesmas pessoas.
O que aconteceu hoje, meu caro amigo leitor, é algo que faz com que a gente possa nos desprender na nossa rotina de pensamentos comuns, me refiro a rotina de estarmos tão submerso em nossas reflexões que não reparamos o que acontece a nossa volta por simplesmente saber que não há o novo a ser visto... Enfim, aconteceu algo hoje. estava eu lá, na mesma fila, na mesma espera, na mesma... Escuto alguns cochichos, é, dessa vez eu não estava com fones nos ouvidos. A principio deixei que passasse, afinal eram apenas cochichos de garotas... Vejo algumas pessoas olharem para o lado, mas como não sou curioso, deixei passar. Mas escutei algo, algo comum, aliás. Me virei. Me deparo com a figura de um homem alto, musculoso e poderia achar isso normal, mas ele estava vestido com um vestido rodado, rosa neném e com uma tiara de princesa. Seria algo simples e passaria desapercebido se estivéssemos em dia de carnaval ou alguma outra data com algum evento que pedisse tal vestimenta. Pensei que ele poderia ser, sabe?, um cara que curtisse outros caras, o que eu não esperava era que ele falasse com a voz grossa. Taria ele pagando alguma prenda? Promessa estava fora de cogitação.
Enfim, não entendi o motivo dele assim ficar, mas foi algo que despertou a minha curiosidade e me fez rir.
Cada uma que aparece no terminal de Integração...

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permissão da imagem dada no dia 2 de junho, na inbox do facebook, de 00.59 minutos.
As histórias de tio K são criadas a partir de algum comentário feito por K.
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domingo, 4 de novembro de 2012

Tcc - Relacionamento 1

Se meu tcc fosse um cara a minha situação seria:
Brigado feio com ele, feito as pazes. Voltaríamos. Teria me estressado com ele. Pararíamos de nos falar. Eu procuraria algo interessante para reacender a nossa paixão (biblioteca) e teríamos tido uma semana quente. 

sábado, 29 de outubro de 2011

Foto d'ele

- Nossa mãe!
- o que foi????
- eu não sei o que dizer... ou como dizer isso.
- como??
- ele é tão diferente.
- diferente como?
- ele tá tão estranho naquela foto.
- como assim?
- eu não sei dizer... é que ele tá... feio.
- como ele pode tá feio?
- ele não é assim... não para mim.
- você está me deixando confusa.
- eu não o vejo assim. Ele é...
- ele não é como você ver, não é? Na foto ele não tem o encanto que você consegue ver nele quando ele está na sua frente, não é?
- é.
- O que você acha disso?
- Eu não sei.
- O que sentes por ele?
- Eu não sei dizer... É que...
- Depois desse tempo sem ele te procurar e você não falar com ele, você simplesmente está esquecendo, não?
- Talvez isso seja...
- Que talvez você esteja fantasiando um pouco. Que talvez que você esteja presa a um desejo que não existe. Que talvez você só sente algo diferente por ele quando estão juntos.
- Não... Eu sinto a falta dele...

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Pedido de casamento (part. 1)

Ela – Fui pedida em casamento hoje.
Prima – serio? E ai, o que foi que disseste?
Ela – ele disse assim “espere por mim”.
Prima – como???
Ela – Eu continuei... disse que dentro de 5 anos ele não iria lembrar mais disso.
Prima – 5 anos?
Ela – ele disse que esperaria 10 anos e que voltaria a me procurar.
Prima – voltaria a te procurar? Como assim?
Ela – eu me ajoelhei para ficar, sabe, na altura dele.  Apesar de eu ser baixinha e ele só ter 10 anos ele ainda estava sentado no chão...
Prima – eu não acredito! Foste fazer um estágio de observação e conquistas um garoto de 10 anos? Isso irá, com toda a certeza, entrar para o seu grupo de admiradores!
Ela – ahahah! Morrendo de rir. Me tira dessa. Tenho 20 anos. Ele poderia ser meu irmão ou... ou... meu filho se eu fosse rápida nesses quesitos...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

On'line Amigas!!!



No MSN, três amigas conversavam...
A – Ele foi kissado!
B –  Como?
C –  Kissado? Sério?
A –  Me desculpe. Sério. Eu devia ter contado.
B –  Contado?
C –  E por que não contou antes?
A –  Eu forgotei!
B –  Forg... o quê?
C –  Próxima vez seja mais up!
B–  up?
A –  Eles kissaram ontem.
B –  Fala sério. Alguém me explica?
C –  Ontem!!!!
A – Ali, no sentador, abaixo do sombrador que dá maçãs.

B saiu da conversa.

A– o que deu em ‘B’?
C –  Ela teve que tomar um norticionário.
A –  Um norticionário? E se vende isso?
C –  Não sei se vende, mas o que eu sei é que é difícil de achar um.
A –  HUM...
C –  E o que aconteceu?
A –  Eles foram para um... um... Movimentatório.
C – O Movimentatório?
A –  Uma espécie de lugar que é para mover-se... Partes do corpo. Normalmente em pares, as vezes homem com mulher...
C –  Como é isso?
A –  As vezes tem uma luzes piscando, coisas macias para usar de várias maneiras possíveis.
C –  E é legal?
A –  Não tenho idade para ir. Sei que é escuro e tem músicas com volume de incomodar os ouvidos. Muitas pessoas vão a esse lugar. Só sei que tem muitas pessoas lá.
C –  Sim, e ai?
A – eles ficaram bem juntinho. Moveram no ritmo. No RITMO!!!!
C – que ritmo?

B entra na conversa.
D entra na conversa.

D – oi gente!!!
B – oi.
C – oi?
A – D esta é C. C esta é D.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Diário de Sophia

Olinda, 27 de Setembro, do ano 1 da 2ª década.
Querido diário,

Não importa qual dos dois garotos que mandou aquela mensagem...
Eu enviei
Linda Estrela Cadente passou por mim e mandou dizer: boa noite!!
A resposta
Gostaria de ter visto essa estrela, pois ao final de desgastante dia seria meu bálsamo. Como fui desprivilegiado resta-me desejar-te boa noite (celo).
A primeira coisa que veio em mente foi o garoto GH. A segunda, o outro garoto. Não sei que me enviou a mensagem, mas não sei se queria ser o descanso eterno na terra de alguém. Mas desejaria acolher o menino que assim escreveu.