quinta-feira, 26 de abril de 2012

Histórias e histórias...

Como esquecer do primeiro encontro? Da primeira tentativa  de beijar? Como esquecer da primeira briga? Ah... Esse ai ninguém esquece... Sabe por quê? Porque o medo de perder o outro pode ser tão grande, tão absurdamente exagerado, que a reconciliação pode ser mais do que uma simples troca de carícia. É algo que envolve tudo. Cérebro, pulsação, coração e bastante, bastante mesmo, emoção.  Os primeiros são o que sempre marcam. Sempre. Sabe o porquê eu digo isso? Por um simples fator: fomos feitos para aprender, para digerir cada nova sensação que conhecemos. Tai um dos motivos que não esquecemos tão fácil nosso primeiro (a) namorado (a). Há sempre uma lembrança, seja boa ou ruim, mas sempre há. Há o desejo de toque, o do contato físico e emocional. Há pessoas que dizem que gostam de manter a amizade com o ‘ex’, mas essas, talvez, desde o princípio só desejavam a amizade mesmo. Não há como manter a mesma relação que existia entre o ‘inter-relacionamento-mais-que-amigos’, pois a lembrança é viva demais, o desejo de ter aquela convivência é forte demais. Amizade entre ‘ex’, nobre leitor, ao meu ver, é quase inacessível. Amigos, amigos. ‘ex’ a parte.

2 comentários:

  1. Também concordo que amizade é totalmente diferente de romance. Apesar de poder existir muita amizade num romance.

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    1. ^.^
      Acho, assim como você, que há muita amizade dentro de um romance, assim como acho que amizade deixa de ser 'apenas amizade' a partir do momento que há 'uma ligação, algo que está contido no romance'. fica estranho, deixa de ser o que foi.

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