Estava no trabalho, numa escola nova. Estava a serviço de uma pesquisa que a secretaria de educação sempre faz. O que ocorre neste episódio, a que me chama a atenção, é o fato de que algumas pessoas não terem a mínima noção das bobagens que permitem sair da boca...
Aqui encontrei uma coisa bastante curiosa. Uma servidora, uma professora para ser mais específica, estava conversando com outros dois quando eu entrei na sala.
Ela dizendo "sabe quantas pessoas passaram por mim e não me disseram bom dia? Umas 12. Cheguei lá na sala e fiquei em pé. Sabe quantas pessoas me ofereceram um lugar para sentar? Nenhuma. Ai eu falei alto, pra que todos escutassem, se alguém iria e atender. Todos olharam para mim. Isso tudo é na Secretaria de...". Em princípio nada falei, afinal, não era pra mim que ela estava interessada a passar algum tipo de conversa. Dado momento, ela saiu da sala, assim ficou eu e uma outra professora. Conversa vai, conversa vem, descobrimos que fizemos o mesmo curso, que ela já tinha morado na mesma rua em que eu moro. Passo a informação que eu trabalhava para a secretaria de educação. A outra professora entra.
Ela dizendo "sabe quantas pessoas passaram por mim e não me disseram bom dia? Umas 12. Cheguei lá na sala e fiquei em pé. Sabe quantas pessoas me ofereceram um lugar para sentar? Nenhuma. Ai eu falei alto, pra que todos escutassem, se alguém iria e atender. Todos olharam para mim. Isso tudo é na Secretaria de...". Em princípio nada falei, afinal, não era pra mim que ela estava interessada a passar algum tipo de conversa. Dado momento, ela saiu da sala, assim ficou eu e uma outra professora. Conversa vai, conversa vem, descobrimos que fizemos o mesmo curso, que ela já tinha morado na mesma rua em que eu moro. Passo a informação que eu trabalhava para a secretaria de educação. A outra professora entra.
A situação é comum, se não fosse pelo o fato de sua chegada trazer comentários impertinentes quanto ao atendimento sobre o lugar em que eu trabalhava. Mesmo depois que ela ficou sabendo que eu trabalhava lá, continuou a falar ainda mais. Ela tinha o que em mente? Achava ela que eu ia fazer o que? Levar os pontos de vista dela a minha supervisora? Sério? Ou que eu ia entrar num duelo de argumentos com ela? Tanto para defender ou para apoiá-la? Claro que eu não iria fazer isso. Isso era apenas a opinião dela, apenas dela. Não me interessava em conversar com ela, principalmente com a propensa visão de não aceitar nada que eu fosse dizer. O que eu achei mais absurdo da ações linguística dela, foi o fato de ela falar sobre uma professora em particular, e, mesmo com um comentário que foi dado na sala (caso se essa fosse a minha mãe), ela disse 'mesmo se fosse, preferia que os alunos dela desse um cabo nela' (ela disse isso ou algo do gênero.). Como assim? Ela xingaria alguém assim? Ela não tem noção mesmo. Acho que ela deveria ter algum mal entendido com, do contrário, não teria exilado tamanho rancor ao falar sobre a.
Considerei que ela tivera um dia nada agradável. Espero, sinceramente, que ela encontre algo bom. Se alguém não te dá bom dia, dê um boa dia a ela. As pessoas tem momentos que ficam tão submerso em seus problemas, que, às vezes, não são capazes de ver o que está a sua frente...
Considerei que ela tivera um dia nada agradável. Espero, sinceramente, que ela encontre algo bom. Se alguém não te dá bom dia, dê um boa dia a ela. As pessoas tem momentos que ficam tão submerso em seus problemas, que, às vezes, não são capazes de ver o que está a sua frente...
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