quarta-feira, 28 de setembro de 2011

On'line Amigas!!!



No MSN, três amigas conversavam...
A – Ele foi kissado!
B –  Como?
C –  Kissado? Sério?
A –  Me desculpe. Sério. Eu devia ter contado.
B –  Contado?
C –  E por que não contou antes?
A –  Eu forgotei!
B –  Forg... o quê?
C –  Próxima vez seja mais up!
B–  up?
A –  Eles kissaram ontem.
B –  Fala sério. Alguém me explica?
C –  Ontem!!!!
A – Ali, no sentador, abaixo do sombrador que dá maçãs.

B saiu da conversa.

A– o que deu em ‘B’?
C –  Ela teve que tomar um norticionário.
A –  Um norticionário? E se vende isso?
C –  Não sei se vende, mas o que eu sei é que é difícil de achar um.
A –  HUM...
C –  E o que aconteceu?
A –  Eles foram para um... um... Movimentatório.
C – O Movimentatório?
A –  Uma espécie de lugar que é para mover-se... Partes do corpo. Normalmente em pares, as vezes homem com mulher...
C –  Como é isso?
A –  As vezes tem uma luzes piscando, coisas macias para usar de várias maneiras possíveis.
C –  E é legal?
A –  Não tenho idade para ir. Sei que é escuro e tem músicas com volume de incomodar os ouvidos. Muitas pessoas vão a esse lugar. Só sei que tem muitas pessoas lá.
C –  Sim, e ai?
A – eles ficaram bem juntinho. Moveram no ritmo. No RITMO!!!!
C – que ritmo?

B entra na conversa.
D entra na conversa.

D – oi gente!!!
B – oi.
C – oi?
A – D esta é C. C esta é D.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Diário de Sophia

Olinda, 27 de Setembro, do ano 1 da 2ª década.
Querido diário,

Não importa qual dos dois garotos que mandou aquela mensagem...
Eu enviei
Linda Estrela Cadente passou por mim e mandou dizer: boa noite!!
A resposta
Gostaria de ter visto essa estrela, pois ao final de desgastante dia seria meu bálsamo. Como fui desprivilegiado resta-me desejar-te boa noite (celo).
A primeira coisa que veio em mente foi o garoto GH. A segunda, o outro garoto. Não sei que me enviou a mensagem, mas não sei se queria ser o descanso eterno na terra de alguém. Mas desejaria acolher o menino que assim escreveu.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Motorista

Sardonista, imoralista, idiotilista, incapacilista!
Seu filho de uma parideira responsável!
Sua educação, onde esconde?
Fugiste de mim, seu ignoralista.
Eu estava te esperando, seu corredista.
Se eu estou brava? Claro que não.
Espero que mais encontre o seu patrão,
numa espera que nem a minha, seu corredista.
Queime sempre, agora prepare-se
um dia alguém te prende
e não mais correrás e queimarás,
Sardonista, imoralista, Idiotilista, incapacilista!

sábado, 3 de setembro de 2011

O Beijo

Bem devagarinho, numa lentidão proposital, nossos olhares, que já estava interligado foi se encontrando... A uma distancia menor de dois dedos nossos rostos ficaram. Um pouco frio foi o contato nos lábios, meu rosto estava esquentado, eu sabia que ele deveria estar vermelho. Num movimento de uma pétala caindo num lago ele moveu seus lábios sobre os meus. Minha mão, que antes estavam largadas sobre o meu corpo, subiu e parou no peitoral largo dele. Seu corpo estava mudado. Havia ondulações que serviam para a demarcação dos seu músculos. Sua mão esquerda ficou na curva do pescoço que liga a minha cabeça... Uma pequena onda invadiu minha boca no mesmo instante em que uma outra segurava alguns cabelos na minha nuca, me forçando me aproximar mais, ter um contato mais seguro, mais estável.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

sapo na esquina

Numa esquina dessas, próxima a minha casa, deparei-me num grande sapo!
Ele era enorme, verde. Havia algo estranho nele, algo que eu não conseguia identificar. Era apenas um sapo! Por qual motivo eu tinha que ficar olhando aquele pequeno ser? Continuei minha caminhada. Na volta vi que ele ainda continuava lá. 
Várias vezes eu andei, mas ele sempre estava lá. Estaria perdido? Acampando? Estaria procurando alguém?
Continuei a andar. 

Numa noite dessas ele há de sair de lá, enquanto isso eu só estou a observar.
Mas só era um sapo!
Que coisa.

Conceito do Amar

Amar
é derramar,
água doce no mar
É mergulhar
na sinceridade de um olhar,
é se encontrar
com alguém que te entende
não como se estivesse ao espelho
mas sem carne, sem osso.
O que passa do coração ao cérebro
É se entregar
sem medo de despertar.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Empurrãozinho


 - Posso dizer qualquer coisa aqui? - Ela disse.
- menos anunciar que tem um cururu aqui - ele disse.
- Então... eu posso ficar calada? - Ela disse, abaixando o tom em algumas oitavas.
- Qual parte de 'dizer' eu não entendi? - Ele fez aquela cara de incompreensão que eu não gostava.
- Posso ir pra casa? - Ela disse, olhando para baixo. Não estava com coragem de olhar pra ele. Provavelmente ele iria dá um carão só por ela ter pedido isso.
Ele se ajoelhou, ficando com os olhos  na mesma altura que a dela e disse: - você pode ir para casa sim - falou isso bem calmo e só continuou a falar quando ela olhou para ele - mas muitos estão esperando que você fale. Não vai ser difícil. Não precisa ter medo. -
- Você vai rir? - ela disse, com uma pontinha de dúvida na voz.
- Só se você quiser que eu ria, Sophia. - ele disse isso com o olhar mais tranquilizador possível. Passou a palma da mão direita sobre os cachos de sua filha. Ela riu. Foi uma excelente oradora da turma de alfabetização da Escola saber.  

< moral: As vezes só é preciso de um empurrãozinho para as coisas darem certo >