Sempre há um motivo para um sorriso aparecer no rosto...
Quantas vezes você amará? Em todas as vezes que você acreditar... Existe várias
faces de o amor aparecer, mas em todas elas há uma coisa em comum, sempre
mexerá do coração ao cérebro, sempre trará novas sensações. Sensações
agradáveis? Eu diria sensacional! Faz-nos falar tantas bobagens... Bobagens? Isso
nem sequer existe no dicionário de um amante. Tudo, absolutamente tudo, que é
dito ou expresso, tem um valor mega significativo. Um simples olhar pode
acarretar numa transfusão intensa de sentimentos, que pode se tornar indefinível.
Confusões? Provavelmente as piores. Em um momento estas vivendo tranquilamente,
mergulhado em trabalhos acadêmicos, relatórios e pressão no trabalho, escapadas
para verificar o email e o face e, de repente, tudo fica dócil, complicado,
simples, brilhante, terrível, de uma maneira singular, e ao mesmo tempo.
Possível isso? Dá para entender? Conselhos? Esses aparecem aos montes. Mas como
seguir um? Cada história é única. Cada um mantém o ser que difere do outro. Magnífico
isso, não? Cada relacionamento é terrivelmente curioso. Os casais, de fato,
compartilham experiências parecidas. Que fique bem claro, eu disse ‘parecidas’.
E o que nos leva a amar outro ser? Uma infinidade de coisas, eu diria. Independente
da relação sanguínea, me refiro, aqui, ao amor que fica entre o gentil e o carnal,
nesta mistura.
Em princípio, alguns dizem, que a aparência é que atrai,
se o ser amado tem o corpo bem delineado, se o cabelo é bem cortado, se os
olhos possuem o tom mais perfeito de castanhos... Bem, isso varia de pessoa pra
pessoa. Se atrai? Claro! Eu iria negar? Atração, em muitos casos, é o que faz a
gente se aproximar. Mas o que faz permanecer algo, depois de cinco minutos de
aproximação, é o que a pessoa trás consigo. Do contrário, o que era de uma
beleza que brotaria a paixão mais avassaladora, torna-se nula. Costumo dizer
que é como você abrir a geladeira, tirar o pote de margarina, com o nome ‘açúcar’
escrito na tampa, e, quando abre, encontra sal. E ai? O que é que
verdadeiramente importante? O eterno? O nome? Ou o que está no interior? Ai
cada u tem a livre escolha. Não existe uma sensação mais agradável do que
sentir o amor pulsar nas veias... Talvez, só talvez, quando se é
correspondido... Isso sim torna mais agradável. Como explicar a sensação de
querer saber como o outro ser se encontra? Como explicar, caro leitor e leitora
amiga, o desejo de tocar e sentir-se
tocada por esse ser? Mil palavras eu usaria, mil palavras não seriam suficiente
pra definir... a única coisa que posso fazer é dizer que quanto sentires isso,
não ignore. Não é preciso dois para sentir o amor. Amar é uma dádiva. Não dá
para definir isso. Não o mal diga, não se sinta menor por não poder consumar
com o bendito cujo. Simplesmente deixe que essa sensação brote no seio do seu
ser. E, mais uma coisa, lembre-se que não existe nada pronto, o nunca mais e o
para sempre não existem. E se desejo seu for, lute por esse amor. Mas o que é o
amor? Não tenho a mínima ideia. Só sei sentir, não explicar.
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