quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Ah... O amor não é lindo?

Sempre há um motivo para um sorriso aparecer no rosto... Quantas vezes você amará? Em todas as vezes que você acreditar... Existe várias faces de o amor aparecer, mas em todas elas há uma coisa em comum, sempre mexerá do coração ao cérebro, sempre trará novas sensações. Sensações agradáveis? Eu diria sensacional! Faz-nos falar tantas bobagens... Bobagens? Isso nem sequer existe no dicionário de um amante. Tudo, absolutamente tudo, que é dito ou expresso, tem um valor mega significativo. Um simples olhar pode acarretar numa transfusão intensa de sentimentos, que pode se tornar indefinível. Confusões? Provavelmente as piores. Em um momento estas vivendo tranquilamente, mergulhado em trabalhos acadêmicos, relatórios e pressão no trabalho, escapadas para verificar o email e o face e, de repente, tudo fica dócil, complicado, simples, brilhante, terrível, de uma maneira singular, e ao mesmo tempo. Possível isso? Dá para entender? Conselhos? Esses aparecem aos montes. Mas como seguir um? Cada história é única. Cada um mantém o ser que difere do outro. Magnífico isso, não? Cada relacionamento é terrivelmente curioso. Os casais, de fato, compartilham experiências parecidas. Que fique bem claro, eu disse ‘parecidas’. E o que nos leva a amar outro ser? Uma infinidade de coisas, eu diria. Independente da relação sanguínea, me refiro, aqui, ao amor que fica entre o gentil e o carnal, nesta mistura. 
Em princípio, alguns dizem, que a aparência é que atrai, se o ser amado tem o corpo bem delineado, se o cabelo é bem cortado, se os olhos possuem o tom mais perfeito de castanhos... Bem, isso varia de pessoa pra pessoa. Se atrai? Claro! Eu iria negar? Atração, em muitos casos, é o que faz a gente se aproximar. Mas o que faz permanecer algo, depois de cinco minutos de aproximação, é o que a pessoa trás consigo. Do contrário, o que era de uma beleza que brotaria a paixão mais avassaladora, torna-se nula. Costumo dizer que é como você abrir a geladeira, tirar o pote de margarina, com o nome ‘açúcar’ escrito na tampa, e, quando abre, encontra sal. E ai? O que é que verdadeiramente importante? O eterno? O nome? Ou o que está no interior? Ai cada u tem a livre escolha. Não existe uma sensação mais agradável do que sentir o amor pulsar nas veias... Talvez, só talvez, quando se é correspondido... Isso sim torna mais agradável. Como explicar a sensação de querer saber como o outro ser se encontra? Como explicar, caro leitor e leitora amiga, o desejo  de tocar e sentir-se tocada por esse ser? Mil palavras eu usaria, mil palavras não seriam suficiente pra definir... a única coisa que posso fazer é dizer que quanto sentires isso, não ignore. Não é preciso dois para sentir o amor. Amar é uma dádiva. Não dá para definir isso. Não o mal diga, não se sinta menor por não poder consumar com o bendito cujo. Simplesmente deixe que essa sensação brote no seio do seu ser. E, mais uma coisa, lembre-se que não existe nada pronto, o nunca mais e o para sempre não existem. E se desejo seu for, lute por esse amor. Mas o que é o amor? Não tenho a mínima ideia. Só sei sentir, não explicar.
  

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