Ela - O que você faz aqui?
Ele - Quero falar com você.
Ela - O que tens pra falar comigo, afinal?
Ele - Você teme por eu estar assim tão perto a você?
Ela - Não. Da última vez que nos encontramos foi uma despedida triste. Não sei se tens algo pra me falar.
Ele - Tenho.
Ela - O que é?
Ele - Pra quê a pressa?
Ela - A questão não é pressa.
Ele - É o que então?
Ela - Não é nada.
Ele - A pois viu*!
Ela - Sério.
Ele - Por que você fica tão nervosinha assim? É só porque eu estou por perto?
Ela - Não.
Ele - Então...???
Ela - Fale logo o que queres falar.
Ele se aproxima dela e fica poucos centímetros da face dela. Ela dá uma tossida involuntária.
Ele -Você está bem?
Ela - Estou.
Ele - A vá, sério*? Você está bem mais magra do que da última vez que eu te vi.
Ela - eu não acredito que você veio até aqui falar sobre o meu peso. Já tenho gente que faça isso, não precisas ser mais um.
Ele - tens mais gente fazendo essa observação em você?
Ela - hum... Sério, isso já está me cansando. Por favor, há algo que queiras falar comigo?
Ele - Pra quê a pressa? Até parece que estás correndo contra o tempo.
Ela - O que você entende como 'tempo' pode ser algo diferente do que eu penso.
Ele - Eu só queria...
Ela - Queria? Não quer mais?
Ele - Eu quero, CARAMBA! Posso continuar sem que você possa me interromper?
Ela - você não precisa gritar!
Ele - desde quando você ficou sensível assim?
Ela - Que chatice!- respira um pouco e olha para ele - diga agora então - falou isso mais tranquila.
Ele - Você ficou chateada comigo?
Ela - Chateada? Eu não usaria esta palavra.
Ele - Qual você usaria então?
Ela - Antes da minha resposta, me responda apenas uma coisa: Por quê agora?
Ele - Deveria haver um porquê agora, por acaso? - ele reparou no alívio que brotou no rosto dela. Haveria realmente alguma coisa que estava acontecendo e ele não estava sabendo? Mas que droga. Ele deveria ter procurado saber como ela se encontrava e não ter ido de surpresa encontrar com ela. Isso, em definitivo, não havia sido uma das melhores ideias que ele já tinha tido.
Ela - Não.
Ele - Já que eu respondi a sua pergunta, responda a minha, sim?
Ela - fiquei magoada. Magoada é a palavra certa.
Ele - Você me perdoaria?
Mais uma vez ela tossiu e levou a mão rapidamente para o rosto e percebeu que o alívio que ela havia sentindo há pouco tempo estava sendo substituído por uma leve apreensão. Ódio disso. Eu a conhecia muito bem e pensava que havia perdido essa percepção de leitura no corpo dela.
Ela - Eu tenho que ir agora.
Ele - Não. Você não tem que ir a lugar nenhum. Fala. Me perdoas?
Ela - Se isso faz você dormir melhor a noite, se é apenas uma palavra que queres ouvir...
Ele - Caramba Selena! Dá para parar de fazer isso?
Ela - é apenas a verdade do modo que eu a vejo. Te dizer perdão não vai te colocar na minha formatura. Te dizer perdão não vai apagar aquelas horríveis memórias que eu tenho de você indo embora. Caramba! Sério. O que queres de mim, em?
Ele - eu já te disse, quero seu perdão.
Ela - Eu te perdoaria mil vezes se soubesse que valeria a pena.
Ele - Eu te amo!
Ela - Desse tipo de amor eu estou dispersando.
Ele - Dispersando?
Ela - Ops! Eu sei que você entendeu, mas se é uma correção que queres... Eu estou dispensando.
A cor foi sumindo do rosto dela e, antes que ela pudesse chegar ao chão, ele a tomou nos braços.
Ele - Que Diaboos está acontecendo, Selena?
Ela - Por favor, ligue para a Sah...
E ela desmaiou.
Ele - Você me perdoaria?
Mais uma vez ela tossiu e levou a mão rapidamente para o rosto e percebeu que o alívio que ela havia sentindo há pouco tempo estava sendo substituído por uma leve apreensão. Ódio disso. Eu a conhecia muito bem e pensava que havia perdido essa percepção de leitura no corpo dela.
Ela - Eu tenho que ir agora.
Ele - Não. Você não tem que ir a lugar nenhum. Fala. Me perdoas?
Ela - Se isso faz você dormir melhor a noite, se é apenas uma palavra que queres ouvir...
Ele - Caramba Selena! Dá para parar de fazer isso?
Ela - é apenas a verdade do modo que eu a vejo. Te dizer perdão não vai te colocar na minha formatura. Te dizer perdão não vai apagar aquelas horríveis memórias que eu tenho de você indo embora. Caramba! Sério. O que queres de mim, em?
Ele - eu já te disse, quero seu perdão.
Ela - Eu te perdoaria mil vezes se soubesse que valeria a pena.
Ele - Eu te amo!
Ela - Desse tipo de amor eu estou dispersando.
Ele - Dispersando?
Ela - Ops! Eu sei que você entendeu, mas se é uma correção que queres... Eu estou dispensando.
A cor foi sumindo do rosto dela e, antes que ela pudesse chegar ao chão, ele a tomou nos braços.
Ele - Que Diaboos está acontecendo, Selena?
Ela - Por favor, ligue para a Sah...
E ela desmaiou.
-------------------------------------------------------- fim ato 1 -----------------------
Ao telefone...
- Alô, Seleninha?
- Sah?
- É ela, quem é?
- Oi... Sou eu... Marcos.
- Marcos?
- Há muitos Marcos que você conhece?
- Amigo da Selena do curso?
- Não.
- Então és o...
- É, sou eu.
- Cadê a Selena? Por que você está com o celular dela? Mascos, aconteceu algo? Dá pra falar!
- Calma Sah. Ela me pediu para ligar para você...
- Ah... Ainda bem. Pensei que havia acontecido algo...
- Mania de vocês de cortarem a pessoa quando está falando... Isso deve ser um mau de família, só pode.
- hum... Fala então, horas. Estou trabalhando e não posso...
- Ela desmaiou depois de ter pedido para ligar pra você.
- Nossa. Leva ela para o Pronto Olindense que fica na Várzea. Pega um táxi, há dinheiro na bolsa dela.
- Pra quê o desespero?
- Agora. Eu já estou me encaminhando para lá.
- Há alguma coisa com ela?
- Tá! Há um remédio... Caramba... Tarja preta ai, dá ela enquanto se encaminha.
- O que ela têm?
- Se não fizeres isso logo, ela vai morrer. - E desligou o celular.
Ele - O quê?
----------------------------------Fim do 2 ato ------------------------------------------------
Não poderia ser verdade. Sah só poderia estar brincando. Não... Morrer? Como assim? Ela ela era bem jovem para morrer de morte morrida... Pera... Será que... Eu sou muito burro mesmo. Ela estava bem mais magra, estava muito pálida e estava tentando não se estressar comigo. Que droga! Será que eu.... Que ódio, que ódio, que ódio de mim. Mas antes de continuar com qualquer outra merdaa de reflexão, preciso levá-la esse... A esse... Memória idiootaaaaa. Tinha que ser falha logo agora? Eu poderia pegar o meu carro, mas eu não fazia ideia de onde era esse local. Ai que droga! Já estávamos no Boa Vista* mesmo, seria um passo para chegar lá... Ai que coisa.
Ele demora cerca de trinta e cinco minutos para encontrar o local, pois ele errou duas vezes a entrada para o hospital.
Ele - Estou com Selena no carro.
Recepcionista - Quem é Selena? - Será que eu havia perdido o endereço de novo? Não poderia ser. Ai que coisa! Que inferno, isso, sim.
Ele - Uma repórter do Diário das Páginas Reais.
Ela - Quem?
Que coisa, que coisa, e quer coisa! Ele pega os documentos que ele tinha retirado da bolsa dela e entrega a recepcionista.
Ele - Ela é...
Recepcionista - Onde ela está?
Ele - No carro.
Recepcionista - Você deveria ter trazido ela direto. - e faz alguns chamados pelo telefone e alguns enfermeiros e outros que trabalhavam no hospital chegou. Ele os levou até o carro e eles a levaram.
------------------------------------- fim do ato 3 ------------------------------------------------
--------
Sah - Onde ela está?
Marcos - Não sei ao certo. Por que você demorou tanto?
Sah - Eu estava no trabalho. Mesmo com a liberação que tenho lá por causa de possíveis acontecimentos, eu não poderia chegar mais cedo. Peguei o engarrafamento. Você deu o remédio dela?
Marcos - Dá para respirar e falar mais devagar? Primeiro, o que há com ela?
Sah - Me responde primeiro você: você deu o remédio a ela?
Marcos - Não. Eu esqueci.
Sah - Marcos! Sério isso? Eu te pedi para... Desculpa. Eu sei que você não tem nenhuma obrigação... Só pensei que seria mais humano de sua parte.
Marcos - Dá para explicar o que diaaboos está acontecendo com ela?
Sah - Primeiro me responda uma coisa.
Marcos - De boa, mas eu tinha me esquecido como é acho um saco esse 'primeira coisa' de vocês.
Sah - Sério. O que vocês estavam fazendo juntos?
Marcos - Nada. Cheguei de viagem há algumas semanas e pensei encontra com ela.
Sah - Por quê?
Marcos - Eu tive as minhas razões. Agora que eu já respondi a sua pergunta, favor responde a minha. - Eu já estava ficando farto com todos esses acontecimentos.
Sah - Ela está doente.
Marcos - Isso eu já pude perceber.
Sah - ótimo, não há mais o que explicar.
Marcos - Mar menino*! Disseste que se eu não fizesse o que estavas me pedindo ela iria morrer.
Sah - Todos iremos morrer algum dia, poderia isso acontecer, não? Disseste a mim que ela havia desmaiado.
Marcos - Oxe* garota. Estás escondendo algo de mim?
Sah - Só não sei se é justo falar com você. É ela que deve te dizer isso.
Marcos - Me conta.
Sah - Ela... Bem, ela tá com uma doença grave. O médico disse que quando essas crises começassem, o caso dela estaria piorando.
Marcos - O que ela tem?
Sah - Não sabemos ao certo. Os médicos nunca ouviram falar dessa anomalia que acontece com ela. Algo no cérebro. Enfim, talvez viva alguns meses... Talvez apenas algumas horas... Eu realmente não sei...
Ela se levanta e vai para o lugar que a sua irmã Selena se encontrava. Ele não sabia ao certo o que havia motivado ele procurá-la depois de tanto tempo. E agora que havia reencontrado, não sabia ao certo por quanto tempo ela iria continuar a viver...
--------------------------------------- fim deste ato ---------------------------------------------
Ao telefone...
- Alô, Seleninha?
- Sah?
- É ela, quem é?
- Oi... Sou eu... Marcos.
- Marcos?
- Há muitos Marcos que você conhece?
- Amigo da Selena do curso?
- Não.
- Então és o...
- É, sou eu.
- Cadê a Selena? Por que você está com o celular dela? Mascos, aconteceu algo? Dá pra falar!
- Calma Sah. Ela me pediu para ligar para você...
- Ah... Ainda bem. Pensei que havia acontecido algo...
- Mania de vocês de cortarem a pessoa quando está falando... Isso deve ser um mau de família, só pode.
- hum... Fala então, horas. Estou trabalhando e não posso...
- Ela desmaiou depois de ter pedido para ligar pra você.
- Nossa. Leva ela para o Pronto Olindense que fica na Várzea. Pega um táxi, há dinheiro na bolsa dela.
- Pra quê o desespero?
- Agora. Eu já estou me encaminhando para lá.
- Há alguma coisa com ela?
- Tá! Há um remédio... Caramba... Tarja preta ai, dá ela enquanto se encaminha.
- O que ela têm?
- Se não fizeres isso logo, ela vai morrer. - E desligou o celular.
Ele - O quê?
----------------------------------Fim do 2 ato ------------------------------------------------
Não poderia ser verdade. Sah só poderia estar brincando. Não... Morrer? Como assim? Ela ela era bem jovem para morrer de morte morrida... Pera... Será que... Eu sou muito burro mesmo. Ela estava bem mais magra, estava muito pálida e estava tentando não se estressar comigo. Que droga! Será que eu.... Que ódio, que ódio, que ódio de mim. Mas antes de continuar com qualquer outra merdaa de reflexão, preciso levá-la esse... A esse... Memória idiootaaaaa. Tinha que ser falha logo agora? Eu poderia pegar o meu carro, mas eu não fazia ideia de onde era esse local. Ai que droga! Já estávamos no Boa Vista* mesmo, seria um passo para chegar lá... Ai que coisa.
Ele demora cerca de trinta e cinco minutos para encontrar o local, pois ele errou duas vezes a entrada para o hospital.
Ele - Estou com Selena no carro.
Recepcionista - Quem é Selena? - Será que eu havia perdido o endereço de novo? Não poderia ser. Ai que coisa! Que inferno, isso, sim.
Ele - Uma repórter do Diário das Páginas Reais.
Ela - Quem?
Que coisa, que coisa, e quer coisa! Ele pega os documentos que ele tinha retirado da bolsa dela e entrega a recepcionista.
Ele - Ela é...
Recepcionista - Onde ela está?
Ele - No carro.
Recepcionista - Você deveria ter trazido ela direto. - e faz alguns chamados pelo telefone e alguns enfermeiros e outros que trabalhavam no hospital chegou. Ele os levou até o carro e eles a levaram.
------------------------------------- fim do ato 3 ------------------------------------------------
--------
Sah - Onde ela está?
Marcos - Não sei ao certo. Por que você demorou tanto?
Sah - Eu estava no trabalho. Mesmo com a liberação que tenho lá por causa de possíveis acontecimentos, eu não poderia chegar mais cedo. Peguei o engarrafamento. Você deu o remédio dela?
Marcos - Dá para respirar e falar mais devagar? Primeiro, o que há com ela?
Sah - Me responde primeiro você: você deu o remédio a ela?
Marcos - Não. Eu esqueci.
Sah - Marcos! Sério isso? Eu te pedi para... Desculpa. Eu sei que você não tem nenhuma obrigação... Só pensei que seria mais humano de sua parte.
Marcos - Dá para explicar o que diaaboos está acontecendo com ela?
Sah - Primeiro me responda uma coisa.
Marcos - De boa, mas eu tinha me esquecido como é acho um saco esse 'primeira coisa' de vocês.
Sah - Sério. O que vocês estavam fazendo juntos?
Marcos - Nada. Cheguei de viagem há algumas semanas e pensei encontra com ela.
Sah - Por quê?
Marcos - Eu tive as minhas razões. Agora que eu já respondi a sua pergunta, favor responde a minha. - Eu já estava ficando farto com todos esses acontecimentos.
Sah - Ela está doente.
Marcos - Isso eu já pude perceber.
Sah - ótimo, não há mais o que explicar.
Marcos - Mar menino*! Disseste que se eu não fizesse o que estavas me pedindo ela iria morrer.
Sah - Todos iremos morrer algum dia, poderia isso acontecer, não? Disseste a mim que ela havia desmaiado.
Marcos - Oxe* garota. Estás escondendo algo de mim?
Sah - Só não sei se é justo falar com você. É ela que deve te dizer isso.
Marcos - Me conta.
Sah - Ela... Bem, ela tá com uma doença grave. O médico disse que quando essas crises começassem, o caso dela estaria piorando.
Marcos - O que ela tem?
Sah - Não sabemos ao certo. Os médicos nunca ouviram falar dessa anomalia que acontece com ela. Algo no cérebro. Enfim, talvez viva alguns meses... Talvez apenas algumas horas... Eu realmente não sei...
Ela se levanta e vai para o lugar que a sua irmã Selena se encontrava. Ele não sabia ao certo o que havia motivado ele procurá-la depois de tanto tempo. E agora que havia reencontrado, não sabia ao certo por quanto tempo ela iria continuar a viver...
--------------------------------------- fim deste ato ---------------------------------------------
Nota:
Afinal, o que entendeste nesta história?
Não é preciso explicar o motivo de uma separação para entender o que acontece entre Marcos e Selena. E você, há algo que você adiou, algum encontro ou deixou de lado um amor por motivos quaisquer? Não é uma crítica que eu estou fazendo, estou apenas fazendo uma reflexão. Acredito que só não há jeito para a morte. Que, enquanto vivemos, somos capazes de escrever e reescrever a nossa história. Seria muito triste um amor ser escanteado por motivos diários. Eu sei que cada pessoa tem a sua concepção de amor, de relacionamento... Enfim, dessas coisas todas. Mas acho mágico o fato de você conseguir amar alguém. E acho uma fantasia, algo meio irreal, ele ser correspondido. Se amas alguém, ame. Não permita que o 'destino' faça o lance 'entre almas' corroer.
Se virou cinzas, renasça como a fênix , ou pinte a cara com ela :)
--------------------------------------------------------------------------------------------
Nota:
A pois viu: expressão linguística nordestina que significa uma forma de expressar espanto, 'mas meu Deus', 'me poupe'.
A vá, : expressão linguística (não sei ao certo de se há o uso dela em outras partes do pais, mas que é também usada no nordestinês) que significa incredulidade. Algo que poderíamos usar 'duvido', 'fala sério', 'não venha com essa história'. Também uma expressão um pouco sarcástica de 'vai', significando o oposto, ou seja, 'não vai'.
Boa Vista: um shopping center que fica situado no centro do Recife no bairro da Boa Vista. Fica próximo ao Bairro da Várzea, se contarmos uma ida direta de carro e sem engarrafamentos encontrados no horário do pique.
Mar menino: expressão linguística nordestina, tem as suas variantes, como: mais menino /m/ /e/ /n/ /i/ /n/ /u/, mar menino. Expressão de incredulidade, de reclamação. De não aceitar algo que está sendo dito como verdadeiro.
Oxe: expressão linguística nordestina. Tem as suas variantes: por exemplo em Pernambuco é oxe, na Paraíba é Oxente. Significa 'oh gente', expressão que poder ter vários sentidos, mas sempre de surpresa. Isso vai depender do tom que a pessoa usou. Pode ser algo bom, ruim, mentiroso, espantoso.
Mar menino: expressão linguística nordestina, tem as suas variantes, como: mais menino /m/ /e/ /n/ /i/ /n/ /u/, mar menino. Expressão de incredulidade, de reclamação. De não aceitar algo que está sendo dito como verdadeiro.
Oxe: expressão linguística nordestina. Tem as suas variantes: por exemplo em Pernambuco é oxe, na Paraíba é Oxente. Significa 'oh gente', expressão que poder ter vários sentidos, mas sempre de surpresa. Isso vai depender do tom que a pessoa usou. Pode ser algo bom, ruim, mentiroso, espantoso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário