Depois de muito tempo eles se reencontram...
Ele - tudo bem?
Ela balança a cabeça afirmando.
Ela - Tudo bem contigo?
Ele - Não.
Ela - Por que não?
Ele - Sinto que você não ta bem e ta tentando me enganar.
Ela - Sorria, o sorriso sempre melhora as coisas. Tchau. - e se virou.
Ele- Para onde você vai?
Ela - Apenas estou seguindo.
ele - Por que não ficas mais um pouco? Podemos conversar... Colocar o papo em dia...
Ela - Se queres me ver bem, sabes que... Que droga. Faz uma coisa por mim? Uma coisa e você sabe fazer e sabe fazer bem... Desapareça. - Ela falou isso colocando a mão na cabeça. A dor se intensificava a cada vez em que ela tentava respirar.
Ele - Aconteceu algo?
Ela - Você ainda ta ai?
Ele - Desculpa. Eu te amo.
Ela - Eu queria acreditar.
Ele - Sério, eu te amo.
Ela - Sério, mas eu não consigo acreditar.
Ele - Te amo.
Ela - Sabe... Eu fui capaz de te ver no meio de uma multidão, no caminho que não era nem o meu e nem seu caminho, alguns dias antes da minha viagem... Estavas de camisa social, acho que era clara, acho que era branca, estava solta, não prendia na calca. Era quase dez horas, talvez fosse nove e meia, te vi bem... Confesso que tremi um pouco... Minha reação foi de dar um passo para trás e sair da linha de sua possível visão... Talvez eu temi que você me visse... Eu só não queria que você me visse e reagisse da mesma maneira magoante que foi da última vez... Não preciso ouvir você dizendo que sou criança e tão menos que você me negue um beijo... Me senti horrível naquele dia... Não posso olhar pra você e não temer algo do tipo, alguma reação do mesmo gênero... E também não consigo acreditar que foi tudo mentira... -
Ele - Como não consegues?
Ela - Você gravou uma música para mim... 'Nas delicadas linhas do infinito... Apaixonados pela lua... Não ficaremos juntos se não soubermos a arte de amar...', lembra? Você ofereceu ela para mim, eu não pedi... Mas cantaste para mim... Não consigo acreditar que foi tudo em vão... Mas não sei dizer se realmente tinhas alguma intenção... Sei lá... Naquele dia te vi tão tranquilo... Acho que es feliz sem mim... Então continue sendo. Não serei eu a... Mais que droga. Custa você ir logo embora, caramba.
Ele - Eu não vou.
Ela - Por que não?
Ele - Preciso que você me explique uma coisa.
Ela - Depois disso, irás embora?
Ele - Pode ser...
Ela - Diga então. -
Ele - Você disse que eu era a sua principal musa inspiradora... O que isso quer dizer?
Ela - Que... Sabe, os gregos antigos, ou era outro povo... Enfim, depois pesquiso melhor pra retirar essa dúvida... Acreditavam que uma musa descia sob eles e traziam a inspiração para escrever histórias e essas coisas. Eles não escreviam quando queriam ou porque queriam escrever, mas simplesmente um ser mágico fazia isso. Eles não tinham controle sobre isso... Quando eu disse que você era a minha principal musa inspiradora, eu disse que andas pela minha mente, que a maior parte das minhas historias você é o personagem principal... Simplesmente não consigo retirá-lo da mente.
Ele - pensas em mim agora?
Ela - não.
Ele - mas você disse que pensava em mim.
Ela - agora falo com você.
Ele - Aconteceu algo?
Ela - Você ainda ta ai?
Ele - Desculpa. Eu te amo.
Ela - Eu queria acreditar.
Ele - Sério, eu te amo.
Ela - Sério, mas eu não consigo acreditar.
Ele - Te amo.
Ela - Sabe... Eu fui capaz de te ver no meio de uma multidão, no caminho que não era nem o meu e nem seu caminho, alguns dias antes da minha viagem... Estavas de camisa social, acho que era clara, acho que era branca, estava solta, não prendia na calca. Era quase dez horas, talvez fosse nove e meia, te vi bem... Confesso que tremi um pouco... Minha reação foi de dar um passo para trás e sair da linha de sua possível visão... Talvez eu temi que você me visse... Eu só não queria que você me visse e reagisse da mesma maneira magoante que foi da última vez... Não preciso ouvir você dizendo que sou criança e tão menos que você me negue um beijo... Me senti horrível naquele dia... Não posso olhar pra você e não temer algo do tipo, alguma reação do mesmo gênero... E também não consigo acreditar que foi tudo mentira... -
Ele - Como não consegues?
Ela - Você gravou uma música para mim... 'Nas delicadas linhas do infinito... Apaixonados pela lua... Não ficaremos juntos se não soubermos a arte de amar...', lembra? Você ofereceu ela para mim, eu não pedi... Mas cantaste para mim... Não consigo acreditar que foi tudo em vão... Mas não sei dizer se realmente tinhas alguma intenção... Sei lá... Naquele dia te vi tão tranquilo... Acho que es feliz sem mim... Então continue sendo. Não serei eu a... Mais que droga. Custa você ir logo embora, caramba.
Ele - Eu não vou.
Ela - Por que não?
Ele - Preciso que você me explique uma coisa.
Ela - Depois disso, irás embora?
Ele - Pode ser...
Ela - Diga então. -
Ele - Você disse que eu era a sua principal musa inspiradora... O que isso quer dizer?
Ela - Que... Sabe, os gregos antigos, ou era outro povo... Enfim, depois pesquiso melhor pra retirar essa dúvida... Acreditavam que uma musa descia sob eles e traziam a inspiração para escrever histórias e essas coisas. Eles não escreviam quando queriam ou porque queriam escrever, mas simplesmente um ser mágico fazia isso. Eles não tinham controle sobre isso... Quando eu disse que você era a minha principal musa inspiradora, eu disse que andas pela minha mente, que a maior parte das minhas historias você é o personagem principal... Simplesmente não consigo retirá-lo da mente.
Ele - pensas em mim agora?
Ela - não.
Ele - mas você disse que pensava em mim.
Ela - agora falo com você.
Fim do primeiro episódio.-
Nenhum comentário:
Postar um comentário