quarta-feira, 12 de junho de 2013

Uma Viagem ao Aeroporto Com Samanta - Episódio 4: Motos Federais.

Na saída do aeroporto, tudo estava tranquilo, pegamos um retorno que parecia a letra u. Eu estava mandando mensagens, para variar, a namorada de júnior estava falando com alguém no celular dela e jr., o último, dirigia o carro, é claro, o carro ainda não anda sozinho e não se comanda só. Enfim, tudo tranquilo. 

O sol, como esperado para o fim de tarde, estava brilhando entre as nuvens, o que acarretava fragmentos de luz, um espetáculo, eu diria. Uma moto, toda encorpada, passou por nós. Fazia barulho, sirenes ligadas (ou algo do gênero). Mais uma passou. E outra e mais outra. As motos paravam a uma distancia quase matematicamente exatas. Se houvesse uma régua pra medir eu poderia comprovar essa minha percepção. Enfim, nas motos. 

Elas abriam caminhos, fechavam os sinas que bloqueavam a nossa passagem. De veras, senti uma adrenalina correr sob mim. Lá no final havia uma... Como é mesmo o nome? Bem, é aquele carro de polícia. Pela distância vi um, mas acho que havia mais. Enfim, passamos uns 15 minutos, ou algo do gênero (talvez tenha sido menos, ou mais, mas eles passaram um bom tempo nos acompanhando, enfim, voltando), com motos do nosso lado. Depois eles tomaram um viaduto em forma de  < , algo como metra, algo como metade  de uma letra C, e tomaram seu rumo. 

Eu me senti segura e, ao mesmo tempo, apreensiva. Segura por ter policiais federais nos acompanhando, apreensiva por pensar que poderíamos ser alvo de algo muito ruim.

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