Desci do ônibus e atravessei a pista. Eram quase duas horas da tarde. O parque estava tranquilo. Tranquilo de mais para uma quinta-feira-quase-feriado.
Brinquedos diversos, como balanços em formatos de mini-bicicletas-sem-rotas-e-sem-pedais, escorregos no formato de foguete. Traziam ótimas memórias. Olhei um brinquedo que a única função dele é se pendurar com as mãos e chegar ao outro extremo... Aquilo ali era um verdadeiro paraíso... E como era!
O sol estava quente, o vento deixava a temperatura mais agradável. Me perdi vendo os pombos voarem... O escorrego não era tão alto quanto era quanto eu tinha nove anos. Não havia nenhum vendedor próximo. Nada de pipoca, nada de bolas... Só algumas crianças...
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